© Neuza Rodrigues
Depois da notável estreia em 2015 com o independente "Cara d'Anjo", Luís Severo juntou-se à Cuca Monga, editora pela qual lançou, com a mão da Sony Music, o seu segundo disco, o homónimo "Luís Severo", que o levou aos lugares cimeiros das listas anuais da imprensa e aos mais emblemáticos palcos e festivais do pais.

Com apenas dois álbuns editados, era já um dos nomes consensuais da escrita de canções da sua geração, mas não é por isso que deixa de surpreender. Do choque concordante entre o acústico e o electrónico, da contenda conciliante lírica e de todos os contrastes imagéticos, Luís Severo afasta-se do que já por si foi feito e, sem nunca perder o centro que o particulariza, chega assim com o seu terceiro disco, “O Sol Voltou”:
“O Sol Voltou” será, talvez, o meu disco mais pessoal e confessional. Neste disco decidi romper com algum auto-distanciamento fruto das estéticas enfeitadas e de alguma musculatura pop. Foi composto e produzido em total solidão, tendo decidido também tocar todos os instrumentos. . Liricamente, "O Sol Voltou" é mais amor e menos paixão, mais família e menos multidão, mais vida mas também mais morte."
*os horários dos eventos estão sujeitos a alterações tendo em conta a atualização das medidas de contingência face à COVID-19
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